quarta-feira, 7 de setembro de 2011

BANDEIRA DO BRASIL-HINO À BANDEIRA BRASILEIRA-CANÇÃO-SONETO-( EXPLICAÇÕES SOBRE VARONIL OU JUVENIL)


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FONTE:http://www.webciencia.com/15_intro.htm

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HINO À BANDEIRA NACIONAL BRASILEIRA -Letra Oficial

Música: Francisco Braga
Letra: Olavo Bilac

1:
Salve, lindo pendão da esperança,
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

(Refrão:)
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

2:
Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

(Refrão:)
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

3:
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever;
E o Brasil, por seus filhos amado,
Poderoso e feliz há de ser.

(Refrão:)
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

4:
Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada bandeira,
Pavilhão da Justiça e do Amor!

(Refrão:)
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Nota:
Vale a pena pesquisar...e agradecer sugestões amigas.
Consultei na INTERNET , no Centro de Comunicação Social do Exército Nº 10/Encarte Infantil do Noticiário do Exército - Brasília, 19 de novembro de 2002 e confirmei a letra oficial da BANDEIRA NACIONAL BRASILEIRA.FONTE:http://www.exercito.gov.br/Recrutinha/2002/19nov/hino.htm
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Curiosidades: VARONIL OU JUVENIL?

Juvenil ou Varonil?

Esta é a dúvida que todo ano surge acerca da letra do Hino à Bandeira, haja vista circularem versões contendo as duas expressões.

O Hino à Bandeira surgiu de um pedido feito pelo Prefeito do Rio de Janeiro, Francisco Pereira Passos, ao poeta Olavo Bilac para que compusesse um poema em homenagem à Bandeira, encarregando o professor Francisco Braga, da Escola Nacional de Música, de criar uma melodia apropriada à letra. Em 1906, o hino foi adotado pela prefeitura, passando, desde então, a ser cantado em todas as escolas do Rio de Janeiro. Aos poucos, sua execução estendeu-se às corporações militares e às demais unidades da Federação, transformando-se, extra-oficialmente, no Hino à Bandeira Nacional, conhecido de (quase) todos os brasileiros.

Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.

Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil
Querido símbolo da terra
Da amada terra do Brasil!

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amado,
poderoso e feliz há de ser!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil
Querido símbolo da terra
Da amada terra do Brasil!

Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!

Recebe o efeto que se encerra
Em nosso peito juvenil
Querido símbolo da terra
Da amada terra do Brasil!

O Boletim do 1º Trimestre de 1906 da Intendência Municipal, publicado pela Diretoria Geral de Polícia Administrativa, Arquivo e Estatística, da Prefeitura do Rio de Janeiro, apresenta a letra e a partitura do Hino à Bandeira, como resultado das gestões de Francisco Pereira Passos. Nessa publicação aparece a palavra juvenil.

A 2ª edição do livro “A Bandeira do Brasil”, de Raimundo Olavo Coimbra, publicada em 1979 pelo IBGE, em sua página 505, publica o hino com a palavra juvenil no estribilho.

Não existe nenhum ato oficial do governo federal adotando ou modificando a letra do Hino à Bandeira. Assim, concui-se que a palavra “juvenil” é a correta, uma vez que assim consta na publicação mais antiga do hino que se tem notícia e considerando, ainda, a inexistência de qualquer ato oficial do governo federal acerca do assunto. Mas de onde vem essa história de “varonil”? Provavelmente porque as pessoas envelhecem e não se sentem mais “jovens”, então substituem o juvenil por varonil.

E ainda tem um complicador. A letra do Hino da Independência, composta por Evaristo da Veiga (a música é de D. Pedro I, o próprio). Mas tem também essa confusão entre “juvenil” e “varonil”. A versão original tem uma estrofe assim:

Parabéns, ó! brasileiros!
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
Do universo entre as nações
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.

Já na versão da Fundação Victor Civita (aqui tem as duas versões, além do Hino à Bandeira original), há uma palavra trocada:

Parabéns, ó brasileiros,
Já, com garbo juvenil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
Do universo entre as nações
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.

Fonte: Noticiário do Exército n.º 9352, de 04 de fevereiro de 1998
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.: bandeira, brasil, hino, juvenil, varonil...

FONTE:
http://www.nababu.org/?p=903

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http://www.recantodasletras.com.br/letras/78614







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Mais em: http://www.webciencia.com/15_hino3.htm#ixzz1XGuEecvN
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Após a Proclamação da República em 1889, surgiu a necessidade de criação de uma nova bandeira. Criada pelo advogado Ruy Barbosa, a bandeira provisória era bastante semelhante à bandeira estadunidense, fato que fez com que o marechal Deodoro da Fonseca vetasse o desenho.

Adotada pelo decreto de lei nº 4 de 19 de Novembro de 1889, a bandeira atual consiste em uma adaptação da antiga bandeira do império idealizada em 1820 por Jean-Baptiste Debret. O disco azul central foi idealizado pelo pintor Décio Vilares, já as estrelas, por Benjamin Constant. A inscrição “Ordem e Progresso” é fruto da influência do positivismo de Augusto Comte. Até hoje, a bandeira brasileira permanece inalterada, com exceção das estrelas, que segundo a Lei nº 8.421, de 11 de maio de 1992, devem ser atualizadas no caso de criação ou extinção de algum Estado.

Em seu sentido original, as cores verde e amarela simbolizavam respectivamente, as oliveiras em torno da casa real de Bragança e a casa imperial dos Habsburgos. Posteriormente, esses significados foram adaptados: a cor verde passou a simbolizar as nossas matas e florestas; o amarelo, o ouro e as riquezas minerais; a azul, o céu; a branca, a paz. Cada estrela disposta na bandeira corresponde a um Estado brasileiro; a única estrela que é situada acima na inscrição “Ordem e Progresso” é Spica, representante do Estado do Pará.

A bandeira nacional deve ser hasteada em todos os órgãos públicos, escolas, secretarias de governo, etc. Seu hasteamento deve ser feito pela manhã e a arriação no fim da tarde. A bandeira não pode ficar exposta à noite, a não ser que seja bastante iluminada.

Por Tiago Dantas

Equipe Brasil Escola

http://pesformosos.com/historia-da-bandeira-do-brasil/
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BANDEIRA DO BRASIL
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Soneto clássico-camoniano-decassílabo-heróico Nº 1483
RIMA DO FINAL DE CADA VERSO: ABBA-ABBA-CDE-CDE
Por Sílvia Araújo Motta/BH/MG/BRASIL

Ordem e Progresso (for)te esquema en(cer)ra
nos vinte e seis Es(ta)dos da Na(ção;)
em cada estrela a(pon)ta a posi(ção)
da mãe que embala os (fi)lhos desta (ter)ra.

Se for preciso (ir), à luta, à (guer)ra,
brasileiros i(rão) buscar a a(ção)
pra defender o (nos)so bel tor(rão);
seja onde for, no (mar), no ar, na (ser)ra...

Brasília traz Dis(tri)to Fede(ral):
mais uma estrela (mos)tra, com cer(te)za,
no espaço azul-ce(les)te, toda or(na)da.

No pavilhão com (ver)de nacio(nal,)
cor amarela (do ou)ro tem gran(de)za
que representa (nos)sa Pátria a(ma)da.
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Belo Horizonte, sete de setembro de 2007,
185º aniversário da Independência do Brasil.
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http://www.recantodasletras.com.br/acrosticos/645894



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FIBRA DE HERÓI (Canção à Bandeira do Brasil)

Letra: Teófilo de Barros Filho
Música: Guerra Peixe

Se a Pátria querida
For envolvida pelo perigo,
Na paz ou na guerra
Defende a terra contra o inimigo.
Com ânimo forte,
Se for preciso, enfrenta a morte!
Afronta se lava
Com fibra de herói de gente brava.


Bandeira do Brasil,
Ninguém te manchará;
Teu povo varonil
Isso não consentirá.
Bandeira idolatrada,
Altiva a tremular
Onde a liberdade
É mais uma estrela a brilhar.

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http://www.recantodasletras.com.br/letras/78642

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2278 -BANDEIRA DO BRASIL E DOS ESTADOS BRASILEIROS
CARVERSOS, TROVAS E ACRÓSTICOS.

Primeira parte:
Abertura/Composição da Mesa de Honra:

TROVA Nº 01 :
Sejam bem-vindos Senhores,
Autoridades presentes,
Sócios, Amigos, Cantores,
Escritores e Assistentes.

TROVA Nº 02 :
Nesta abertura façamos
a composição da Mesa:
-Autoridades chamamos
Entre aplausos, com certeza.

TROVA Nº 03 :
Com prazer, vou convidar
nosso caro Presidente,
para seu lugar tomar
trazendo voz eloqüente.

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Segunda Parte:
SAUDAÇÃO à BANDEIRA DO BRASIL

Comentário:
A Bandeira Nacional Brasileira foi adotada
pelo-Decreto de Nº04 de 19 de Nov. de 1889.

Marcha batida de autoria do mestre
de Música: ANTÃO FERNANDES.

Adaptação vocal, em Fá Maior, do maestro
ALBERTO NEPOMUCENO
-
Convidamos o nosso Presidente
para abrir a BANDEIRA DO BRASIL
para receber o aplauso do público presente.

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TROVA Nº 04 :
Em continência à Bandeira
peço aplausos, por favor,
pedindo à Nação inteira
Ordem, Progresso e Amor.

TROVA Nº 05 :

Nossa querida Bandeira
retrata um passado honrado,
sua riqueza altaneira,
na paz do céu estrelado.

TROVA Nº 06:
O Brasil vamos saudar
com respeito e admiração,
nosso HINO, vamos cantar
e exaltar nossa Nação.

(Cantemos o Hino Nacional Brasileiro)

TERCEIRA PARTE:
SAUDAÇÃO Á BANDEIRA DE MINAS GERAIS:

TROVA Nº 07 :
Defendendo a liberdade
entre os brios nacionais,
com paz, bravura e lealdade
saudamos Minas Gerais.

TROVA Nº 08 :
Glória à Terra em que os varões
aos quatro ventos proclamem:
-Quebramos tantos grilhões:
“-Libertas quae sera tamen”

TROVA Nº 09 :
Francisco Braga compôs,
Linda música à Bandeira,
Olavo Bilac pôs
A poesia prazenteira.

(Cantemos o Hino à Bandeira de Minas Gerais)

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QUARTA PARTE:
Continua...com ACRÓSTICOS
PARA OS 27 ESTADOS
E O DISTRITO FEDERAL.

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Livro: NOSSA BANDEIRA
AUTOR: JOAQUIM REDIG
326 PÁGINAS
EDITORA: FRAIHA
FORMATO: 30X21 cm
Preço: Cem Reais

a)Parte histórica de todas as Bandeiras do Brasil
b)Uso correto da Bandeira Nacional
c)O autor apresenta análise do designer

O designer, professor e pesquisador Joaquim Redig lançou no dia 11 de setembro, no Rio, o livro Nossa Bandeira: : Formação, Uso, Funcionalidade. A obra de 326 páginas, publicada pela editora Fraiha, é fruto da admiração do autor pela bandeira brasileira. Ele estuda e coleciona objetos e imagens onde a bandeira é retratada há pelo menos 20 anos.

Em formato 30 x 21 cms, a brochura contem três partes. A primeira, histórica, faz uma análise de todas as bandeiras utilizadas no Brasil desde colônia, império e por fim república. Baseadas em fatos históricos, as reflexões apresentadas no livro procuram explicar a forma, cor e elementos de um dos objetos mais representativos da identidade brasileira. Esta parte resgata ainda as polêmicas em torno do dístico positivista Ordem e Progresso, existentes desde a criação da bandeira até os dias de hoje.

A segunda parte do livro mostra o uso popular. O autor procura comprovar as qualidades gráficas da bandeira brasileira. Para isso, mostra a apropriação - e o significado - do seu uso nos esportes, nas marcas, na moda, na publicidade, na arte, na política, entre outras áreas. Analisa também o que representa essa apropriação e as diferentes utilizações, transformações e reinterpretações do maior símbolo da nação.

Na terceira e última parte, a obra traz a análise do designer. Ele apresenta problemas da bandeira nacional e propõe soluções. Aponta como ela funciona e como poderia funcionar melhor.
Entre as curiosidades trazidas à tona pelo livro estão o significado das cores verde e a amarela, bem como e o contexto que levou as estrelas a serem estampadas daquele modo.

O preço sugerido é de R$ 100,00 e a obra já está disponível para aquisições no comércio eletrônico, como na Livraria da Travessa, onde aconteceu o evento de lançamento.

Fonte:http://www.designbrasil.org.br/noticias/joaquim-redig-lanca-livro-sobre-bandeira-nacional