quarta-feira, 15 de agosto de 2012

ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL- ALB/ADVERSIDADES, OBSTÁCULOS E SUPERAÇÃO- Mário Carabajal*



TEXTO DE DR. MARIO CARABAJAL PARA NOSSAS REFLEXÕES-SILVIA ARAUJO MOTTA-REPASSANDO AOS ACADÊMICOS DA ALB-MG

ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL

                  ALB/ADVERSIDADES, OBSTÁCULOS E SUPERAÇÃO

                                                           Mário Carabajal*

            A experiência ‘piloto’ com instalação de Seccionais Municipais, Estaduais,
Regionais e Internacionais da ALB, sob a presidência de escritores, das mais diversas
formações, linhas filosóficas, religiosas e científicas, tem retornado, a cada dia, em
um novo  desafio em um constante aprendizado, oportunizando-nos delimitar erros
e acertos de sistematização, redimensionar e mesmo redirecionar ações.

De fato, havemos de admitir a assertiva de existirem pessoas certas à
consecução de distintas funções sociais, refletindo-se, em suas posturas acadêmicas,
o como fruto exclusivo e individual de longas caminhadas, de distintas realidades,
experiências, aprendizados, validação e refutação dos mais diversos conceitos, a
partir de bases concretas, vivenciais. Existem os otimistas, sonhadores ‘idealistas’, os
pragmáticos e os realistas. Existem excelentes escritores filósofos. Escritores
cientistas, escritores poetas, como também aqueles que além de suas vertentes
literárias são também gestores, visionários, competentes e progressistas. Como
também existem os retrógados e pessimistas, ambiciosos, vaidosos e materialistas.
Existem aqueles que só caminham sob a força do capital, outros, são criativos,
Fazendo da força de seus pensamentos, a mola propulsora, aglutinadora e viabilizadora de suas gestões.

            No universo contextualizado no parágrafo anterior havemos de trabalhar,
ultrapassando barreiras, desfazendo equívocos, sonhando ‘tão fortemente, para transformar ideais em realidade’ aceitando e convivendo, com as mais diversas personalidades da Cultura Literária Brasileira e Internacional. Eventualmente, sem conseguir-se atender àquele que está à frente de nosso tempo, como aquele esquecido e já cansado escritor, pelas incontestáveis agruras do tempo e do esforço humano de vida em sociedade. Não obstante, sempre por falha e falta de preparo dos dirigentes, observam-se grandes conflitos, sem que levem a lugar algum, senão a divisão, com perda de foco e do objetivo maior da ALB, que objetiva, sobretudo ‘Congregar e integrar escritores, independentemente de suas linhas de escrita e posicionamentos políticos, religiosos, profissionais e científicos.’
            Certamente a ALB objetiva mudanças sociais, politização e mesmo, se
possível, uma Revolução Político-social, tendo como base a Cultura Literária.
Contudo, a toda mudança, exige-se organização, preparo e objetivos. Não basta tão e
simplesmente, Mudar! Pois, inequivocadamente, nossos Confrades e Confreiras são
Homens e Mulheres, Pensadores, Críticos e independentes como cada um de nós.
Logo, toda e quaisquer propostas, sobretudo de mudanças, por menores que aparentem, exigem nosso total preparo, com projetos claros e projeções de resultados contundentes, aceitando-se, sempre, todo e qualquer adendo, opinião e colaboração dos membros, levando-se às instâncias superiores, conflitos os quais julgamo-nos incapazes de decidir, mantendo a unidade da Seccional. Os Membros mais antigos certamente estudaram com profundidade nossos Estatutos e Regimento Interno, conhecendo também o SNP-Setor de Normas e Procedimentos, bem sabendo de nossos esforços e manter uma linha média de conduta, confirmando a total liberdade de criação por parte dos Membros e Representantes, procurando respeitar as respectivas instâncias hierárquicas da organização. Não  exigindo dos membros e Representantes, quaisquer esforços que possam representar mudanças em suas naturais trajetórias. Por exemplo, não utilizamo-nos de e-mails em massa. Todos os nossos contatos são personalizados ‘escritos”. Não utilizamos recursos de contato com vídeo ou telefone, objetivando não invadir espaços de privacidade de nossos Membros.Também não enviamos ou aceitamos convites via comunidades virtuais. Seguindo-se um projeto relativamente lento, contudo, em 12 anos, com comprovada eficiência. Nossos fóruns, seminários, encontros, reuniões, se mantém presenciais. No projeto Original, somente as defesas de tese de doutorado ‘interno’ ao título de PhI. ocorrem por vídeo. Os fóruns e teleconferências, com utilização de recursos como o skype com contatos múltiplos ou o simples ‘bate-papo com voz e vídeo’ disponível no gmail ou outros mediadores, tem sua projeção de instalação, aberto às seccionais Municipais, Estaduais, Regionais e Internacionais, após a finalização do projeto Piloto em curso, entre as três Seccionais municipais, onde, diversos elementos estão sendo analisados, como por exemplo: distorções de objetivos; falta aos encontros; superatividade por alguns  e descomprometimento de outros. Aqueles responsáveis pelas mediações, se fazem presentes, comprometendo 2 horas de dois dias na semana, enquanto, pela não obrigatoriedade, poucos e eventualmente nenhum membro participa.Resultando tão somente em desconforto aos mediadores, que deixam de canalizar seus tempos à família e ou lazer. Nenhum membro da ALB é obrigado a quaisquer ações, viagens, participação em reuniões, pagamentos de contribuições ou cotas para quaisquer ações da Academia ou seus dirigentes.
            Enquanto em uma seccional, seja Municipal, Estadual, Regional ou Internacional, observam-se avanços ilimitados, a exemplo da ALB/Santa Catarina, Minas Gerais e Goiás, ou como a recente Seccional Internacional da ALB na Suíça, outras, com o mesmo tempo de instalação e possibilidades, demonstram maiores dificuldades para ultrapassarem obstáculos. Eventualmente, até mesmo, estagnando, sem avanços e conquistas que se traduzam significantes aos escritores Membros. As quais, efetivamente, avancem ao encontro dos reais interesses de seus respectivos Confrades e Confreiras. Nossos Membros.
            Todos os projetos das Seccionais da ALB contam com nossa previa aquiescência e aprovação. Os Membros, no Brasil e exterior, Livres Pensadores, podem deliberar, sempre. Jamais lhes será exigido, para ser ou se manter Membro além do que são, escritores. Sendo suas opiniões e interesses, metas para serem institucionalizadas e perseguidas pela Organização. Se pudermos, somaremos aos seus profícuos e sublimes ideais, sem jamais dividir.
            Necessitamos, na perspectiva supra, de expansão da ALB, juntos, aprendermos a trabalhar com a adversidade, opiniões conflitantes, objetivos e metas distintas àquelas que seus dirigentes e representantes julguem ideais e corretas. Pensando assim, o Conselho Superior da ALB e Departamento Jurídico, a nosso pedido, estudam como lidar com tais conflitos nos âmbitos restritos das Seccionais.
No tocante a problematização “Adversidade” resultando em Conflitos Internos, um caminho, já delineados pelos Pensadores Conselheiros, encontra-se no livre trânsito e independências dos Membros, diante dos conflitos localizados, deliberando por adesões a outros segmentos da organização, que somem ao foco de suas visões e experiências, sem, necessariamente, diante as opiniões divergentes, obrigarem-se a optar pelo afastamento, indiferença e o que é pior, seu desligamento dos quadros da ALB.
            A Academia de Letras do Brasil conta com uma Comissão de Ética, Conselho Superior e Jurídico. Contudo, se perderiam horas, dias e mesmo anos tentando fazer com que Pensadores Independentes, com experiências e visões distintas, busquem, entre si, um centro interseccional indudedutivo, uma vez que razão e a verdade estão para cada ser segundo os valores originais interiorizados, sobretudo na infância, intangíveis e inconscientes, contudo recorrentes e consequentes enquanto bases reagentes e lastros de verificação e confrontação à tomada de decisões.

*...  Mário Roberto Carabajal Lopes ‘Mário Carabajal’ natural de Bagé/RS-Brasil. Cientista Social e Educacional. Nascido aos 04 de maio de 1958. Filho de Olegário Robaina Lopes e Manuela Cacilda Carabajal Lopes. Professor Federal, Jornalista, Psicanalista Clínico e Escritor. Palestrante. Educador Físico. Especialista em Pesquisa Científica. Mestre em Relações Internacionais – Dissertação: ‘Princípios Causas da Fome no Mundo’. Doutor em Psicanálise Clínica – Tese em Psiconeurofisiologia, Doutor em Ciências Educacionais – Tese: Divergências Diagnóstico-terminológicas em Psicopedagogia. Pós-Doutor em Filosofia da Religião- Tese: Síntese Interseccional Axiológica de Princípios Humanos Éticos e de Costumes com vistas ao Religare. 23 livros publicados. Presidente Fundador da Academia de Letras do Brasil. Autor das Teorias: ‘Estágios Psicomaturacionais da Consciência Humana’ e ‘Concreta do Pensamento’. Ex-consultor do Departamento de Tecnologia Educacional do MEC; Departamento de Motricidade Humana da UNICAMP; Departamento de Doenças Crônico-degenerativas do Ministério da Saúde e, Departamento de Exercício Físico e Saúde do Ministério Extraordinário dos Esportes.

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