sexta-feira, 10 de maio de 2013

SILVIA ARAÚJO MOTTA RECEBE MEDALHA DE PRATA NO RESULTADO DO I TROFÉU AMOR ENTRE MÃES E FILHOS 2013-RIO DE JANEIRO-




RESULTADO DO I TROFÉU AMOR ENTRE MÃES E FILHOS 2013
 -//-



Escritor (a), que tal dividir conosco o seu amor filial e/ou maternal? Concorra a um troféu de melhor obra de todo o concurso e a medalhas! Ajude a fazer deste um dos mais belos concursos literários do Brasil! O edital encontra-se em anexo, num texto de word, logo, sem qualquer possibilidade de vírus ou cavalo de Troia. E mais: no site www.reinodosconcursos.com.br há o resultado e os textos vencedores dos concursos anteriores. Participe! Grande abraço!
Comendador Oliveira Caruso.
-
http://encontrodeescritores.com.br/wp/1o-trofeu-amor-entre-maes-e-filhos/#.Uv0yc2JdUvt

-//-


TEXTOS VENCEDORES DO I TROFÉU AMOR ENTRE MÃES E FILHOS 2013

POESIA - MEDALHA DE OURO E TROFÉU GERAL - MESSODY RAMIRO BENOLIEL (RIO DE JANEIRO-RJ)

"MINHA MÃE NÃO TEM DESCANSO
NEM APÓS SUA PARTIDA,
POIS DE CHAMÁ-LA NÃO CANSO,
PELOS CAMINHOS DA VIDA ! "

************************************************************************************************

POESIA - MEDALHA DE PRATA - REGINALDO  COSTA DE ALBUQUERQUE (CAMPO GRANDE-MS)

Ressurreição   (Pseudônimo: Boneca de Sabugo)

Eis que volto ao parquinho abandonado...
De fato, está bem gasto, sem valia,
porções de entulho e mato lado a lado,
em vez da meninada em correria.
Olhando o carrossel empoeirado
não sei o que dá mais melancolia,
se o céu de luto todo declarado
ou nossa dupla de alazães vazia.
Ontem, quantos passeios demos juntos!
Hoje, nesses cavalos já defuntos,
encontro apenas restos de ilusão.
Mas um clarão de lendas muda o enredo...
Torna a girar o mágico brinquedo,
com a tua imagem me estendendo a mão...

**************************************************************************************************

MEDALHA DE PRATA (EMPATE) - SÍLVIA ARAÚJO MOTTA (BELO HORIZONTE-MG)

AMOR DE MÃE
Soneto Clássico, sáfico, heróico;
sílabas fortes na 4ª, 6ª, 8ª; 10ª sílabas;
Rimado:ABAB, ABAB,CDE,CDE
Por Sílvia Araújo Motta

-
Amor de Mãe é sol brilhante e aquece:
uma família inteira, noite e dia;
nas horas tristes põe a fé na prece:
de intercessão da Virgem Mãe Maria.
-
Amor de Mãe é chama, sempre cresce;
gera uma vida, encanta, alenta e guia; transforma o sangue e quando o filho nasce,
dá o puro leite e prova a tal magia.
-
Amor de Mãe faz ver o céu de anil,
no leito, explode a estrela e traz canção;
bálsamo, acalma a dor que está no peito.
-
Amor de Mãe sublima graças mil,
deixa saudade e na alma, paz, perdão;
Flor que perfuma a vida: amor-perfeito.
**************************************************************************************************

MEDALHA DE BRONZE - EDNA DE LIMA MENDONÇA (RIO DE JANEIRO-RJ)

IMENSURAVEL AMOR

Para uma órfã oriental

Ela perdeu sua mãe na guerra.
Pequenina, carente, sabe Deus
o vazio que em seu tenro coração
passou a fazer morada.
Sabe, também, o Bom Deus,
o quanto essa criança foi amada.
E o imenso amor de quem,
agora, ela não mais tem,
à menina traz tanta falta.
Movida por sua inocência,
desabafando uma dor imensa,
faz renascer, reproduzindo a giz,
aquela a quem tanto quis,
desenhada naquele grande pátio
da casa para onde foi levada.
Tirando as suas sandalinhas,
em respeito à cultura oriental,
deita no chão frio do orfanato
e se aconchega no colo vazio
de sua mãe, revivida no retrato.

***************************************************************************************************

MEDALHA DE BRONZE (EMPATE) - HELENICE MARIA REIS ROCHA (BELO HORIZONTE-MG)

FILHINHO

quando fiz minha casinha
e nela me abanquei
tinha um filhinho nos braços
e a chuva no sereno
ouvia radinho de pilha
e sorvia café ralinho
pão comprado na esquina
e o menino em meu colinho
hoje,moça madura
sonho o amor que deixei
cubro meu filho de noite
e amanhã é tudo outra vez

***************************************************************************************************

PROSA - MEDALHA DE OURO - VERA LUCIA FÁVERO MARGUTTI (MARINGÁ-PR)

AURORA

Ela era incansável. Além dos afazeres domésticos, da casa, dos cuidados e amor dedicados às filhas e cunhadinhos menores, ainda trabalhava na roça. Em uma época anterior às máquinas, onde o trabalho era totalmente braçal.
Aurora, jovem sonhadora, terna, alegre e batalhadora, casou com um jovem bom e amoroso. Pouco tempo depois, nascia a primeira filha do casal, que foi recebida com muita alegria. O casal vivia cada dia mais apaixonado e feliz, apesar da pobreza e do duro trabalho na lavoura. Quando nasceu a segunda filha, uma grande tristeza enlutou-lhes os corações: Ao nascer, o bebê apresentou problemas e com quatro dias apenas, veio a óbito, para o desespero daquela família carinhosa. Mas o tempo foi confortando-os e a fé em Deus, cada dia mais firme, minimizou as dores da perda.
Quando nasceu a terceira filha do casal, a alegria voltou a reinar em seus corações. Aurora sonhava com sua própria casinha, pois morava com os sogros. Soube esperar com paciência e amor, dedicados aos novos parentes, quando fosse possível a separação. Era uma família numerosa e os tempos eram difíceis. Para piorar, o lugarejo onde viviam, era uma região montanhosa, com muitos morros e pedras, ela subia e descia muitas vezes, os morros a pique, carregando pesados sacos de mantimentos e lenha, para o fogão e ferro a brasa.
A família foi crescendo e chegou a hora de irem para a própria casa. Foram viver em outro sítio, em uma casinha bem mais simples e pequena, mas a felicidade era grande. Ali o trabalho aumentou e os alimentos eram escassos, a lavoura quase nada produzia. A mãe valorosa e batalhadora estava sempre ao lado do esposo, nos mais diversos trabalhos.
No sétimo mês de gravidez de sua quarta filha, quando, arrastando pesado fardo de mantimento, sentiu forte contração. Desesperada e desprevenida, sem nenhuma roupinha ainda para aquele bebê, foi apressada para a máquina de costura, fabricar algumas peças. Com as dores aumentando, ela costurava e rezava para N. Sª do bom parto. A vovozinha, hábil parteira, coloca no mundo mais uma menina, prematura. Sem hospital, sem incubadora, desprovida de tudo... Um pequenino ser, ainda em formação.
Eis que o milagre Divino acontece! A criança se salva, porque eram pobres dos bens terrenos, mas ricos de fé e esperança. Em meio a pobreza, Aurora, que foi premiada com a riqueza de espírito, ainda encontrava forças, tempo e alegria, para contar lindas histórias, rir e brincar com suas queridas filhas.


*****************************************************************************************************

MEDALHA DE PRATA - AGLAÉ TORRES CRISTÓFARO (SÃO PAULO - SP)


DESCOBERTA - A LINGUAGEM DO MAR -

I

Eu e minha filha passeávamos pela areia pisando a água do mar em ida
e volta. Apanhei sua mãozinha na minha e resolvemos lavar as mãos unidas,
enlaçadas na água do mar. Nesse momento, surgiu a idéia de fazer um pacto,
um pedido a Iemanjá, falando a uma só voz:
- Iemanjá, mantenha-nos unidas eu e Cybele! Que permaneçamos
juntas para sempre!
Ouvi sempre dizer, o mar apaga o que se escreve na areia. Nunca me
havia ocorrido que ele escrevesse na água espalhando-se pela areia com
espuma e o escrito escorregasse de volta, desmanchando-se e diluindo-se no
mar.
Continuamos andando de mãos dadas pisando as ondas. Qual não foi
nossa surpresa... Observando as espumas na areia, o que líamos: A e C.
- Olhe Cy, o mar escrevendo! - Deve ser Iemanjá respondendo.- Vamos
tentar decifrar a espuma que fica?!
O diálogo estendia-se ao longo da praia: - Olha mamãe! C, A dos nossos
nomes.
A alguns passos uma onda e letras, letras que se deformavam
alongando-se, desfazendo-se escorridas na água imensa. Que experiência
inesquecível! Ela perguntou: - Mamãe a senhora já tinha feito isto? Percebeu
antes que o mar escrevia?! – Não. Nunca percebi que o mar falava conosco
por escrito. – Agora já se sabe que Iemanjá não é analfabeta. Veja! – É
mesmo! Meu e seu nome pelas espuminhas na areia. – Mamãe! Ela está
respondendo e confirmando nosso pedido. Colocou os nossos nomes juntos,
um depois do outro. Olhe! Olhe! A e C, nossas iniciais juntas de novo!
Caminhávamos com a mesma lentidão do dia rumo à noite.
Observando
estranha. Vários desenhos diferentes assemelhando-se a hieróglifos. Animais
desenhados em miniatura, baleias, dragão, peixes... ante nossos olhos
extasiados. Demos uma virada e caminhamos de volta.
melhor
a
recém–descoberta,
pensei:
Linguagem
Guardamos o êxtase da descoberta em segredo por anos.

II

Ontem eu e Cybele fomos dar boas-chegadas ao amigo Mar.
Encontramos na praia, no esconde-esconde das ondas, algumas águas-vivas
filhotes, outras ainda menores... todas mortas. Espalhadas.
O mar parecia calado, não querendo mandar nenhum recado pelas
ondas, deixavam na volta espuminhas silenciosas. Passeando pela areia rente
ao mar, após ter molhado nossos pés na água gelada, e dar nosso
cumprimento habitual, molhávamos as mãos na onda que beijava a praia e nos
benzíamos, pedindo licença à Iemanjá, para adentrar seus domínios, o Mar.
Com permissão, as espumas ao se desfazerem resolveram deixar na areia
alguns sinais aguçando nossos esforços em decifrá-los. Um cumprimento do
Mar, nossas iniciais espumantes C e A e uma girafinha que depois virou C. Eu
disse à Cy: - O mar xingou você de girafa! Ela retrucou: - É porque sou alta
mesmo. Não está me xingando, não. O Mar é nosso amigo!

III

Fim de tarde. Vendo o céu beijar o mar. O sol lançava reflexos dourados
nas águas verdes à medida que mergulhava, afogando-se no mar e perdendo-
se no horizonte. Hoje o Mar resolveu conversar conosco. Estava apaixonado!
Desenhava com espumas vários corações!Também as letras de nossos nomes
A e C e um H de alguém que nós amávamos. Olhe o nome de seu pai! Viemos
nos despedir, dando adeus e obedecendo à promessa mútua: guardar em
segredo a descoberta da Linguagem do Mar!
Até hoje! Quando violei a promessa para celebrar o amor de uma Mãe
pela sua Filha caçula, firmado e reafirmado na Linguagem do Mar em
espumas decifradoras.
O Senhor do Tempo transformou a menina em Mãe e eu em Avó, mas o
amor só fortificou nos embates do viver. Guardei na lembrança dos
Inesquecíveis a Descoberta entre Céu e Mar num momento de carinho entre
Mãe e Filha jamais suplantado.


****************************************************************************************************

MEDALHA DE BRONZE - NERI FRANÇA FORNARI BOCCHESE (PATO BRANCO-PR)


. . . é preciso Amar
Não faz tanto tempo ainda, as margens do Rio Chopin, vivia uma família, com seus amores e dissabores. Para ser família não basta um pai, uma mãe e filhos. É preciso haver muito mais.
A mãe uma senhora, um tanto jovem, uma semana depois da morte do marido trouxe para dentro de casa o companheiro. Como já era um caso antigo foi só ajuntarem as trouxas. Os meus filhos, os filhos dele, um tempo depois os nossos filhos.
A senhora, só mãe biológica. Filho, serve para incomodar. Precisam de boas varadas para crescerem. Quanto mais gritar com eles, melhor. Carinho só para o companheiro.
A filha uma menina de 12 anos para fugir da falta de aconchego materno começou namorar. Miudinha, era uma criança. Aos 13 anos engravidou. Como não podia deixar de ser apanhou para não ser danada. Ouviu o que uma mulher/menina grávida não poderia ouvir. O bebezinho estava bem protegido. A menina tinha o desejo de ser mãe de verdade, amar o filho.
Diziam-lhe durante a gravidez:
- Você vai morrer no parto, a criança também. Você é muito pequena.
-Você é louca com apenas essa idade, estar grávida. Também se morrer, uma a menos para sofrer.
Passavam a contar causas de gravidez precoce só para atormentar a mãezinha. Ela pedia a Deus para protegê-la. Sentia-se sozinha, desamparada sem carinho de ninguém.
Uma criança gerando outra. O corpo da menina crescendo, a barriga com o filho, esticando. O parto foi complicado. Nasceu uma linda menina. Pequenina, com saúde trouxe alento para a mãe.
O morado um rapaz de muito jovem, estava trabalhando em outra cidade, noutro Estado. Através de amigos recebeu o recado do nascimento do primeiro filho.
O rapaz, conseguiu depois de ajuntar uns trocados vir buscar mãe e filha. Ainda bem, existiu compromisso entre eles apesar de serem jovens. Três crianças, começam uma vida de família. O amor foi à fortaleza, deu sustentação para o lar iniciado as pressas.
- Vamos trabalhar, criar nossos filhos. Diziam, puseram em prática. Muito pobres moraram nos lugares mais inusitados.
- Só não moramos, embaixo da ponte e, não passamos fome.
Pouco depois outra gravidez, nasce agora um menino. Tinham um horizonte, viver ser feliz, criar os filhos. Aos poucos se estruturam as crianças na creche, os dois trabalhando o dia inteiro. Ela sempre foi secretária do Lar.
Muito trabalho, muito compromisso para quem não teve infância, nem adolescência. Porém o carinho pelos filhos sempre falou mais alto:
- A eles vou dar o que não tive.
Não só o material, mas ensinar, sem bater, cuidar da vida, amparar, conversar. Nesse lar, foi regra vigente. Educar exige compromisso, muita determinação. Mesmo sem terem tido formação acadêmica, sabiam as Leis da Vida, os ditames do coração. Ouviam a voz da razão. Tempos depois, nasce mais um menino. São três crianças para cuidar.
Agora é preciso dar-se um jeito. A responsabilidade é grande. A vasectomia foi marcada, mas pelo SUS, a de amarrar, sai mais barata para o Governo. A vida com muitas dificuldades segue o seu rumo. As crianças sempre bem limpinhas, arrumadinhas. A menina, uma boneca, sempre enfeitadinha. Cresciam em Graça e Sabedoria.
Nunca faltou carinho, acompanhamento. A mãe sempre trabalhou o dia inteiro. As ordens dadas são para serem obedecidas, mas sem chicote. O diálogo é o caminho.
A avó, o padrasto agora são os que precisam de ajuda. Doentes, nem todos os filhos podem ou querem dar auxilio. O casal é quem os ampara. Quem não soube cuidar, busca carinho e, recebe. Quem teve medo de ter que sustentar os netos, recebe compreensão. São as lições da vida.
Jovens, cheios de vigor a vida em exuberância e a amarração do SUS se rompe. Outra gravidez, no primeiro momento o susto, o choro E, agora? Já é tão difícil, está tudo tão caro, Deus há de nos ajudar. Vamos cuidar com carinho de mais esse filho. O menino consolidou a família. É o xodó dos irmãos mais velhos. Trouxe alegria maior ainda para todos.
Conseguiram fazer uma casa. Nela colocar o necessário para ter comodidade. As crianças foram crescendo, bem educadas sabendo que pai e mãe são os responsáveis por eles, mas exigem respeito, obediência. Um família, onde pai e mãe são autoridade, sem autoritarismo, convivem dentro de uma harmonia fraternal.
Uma família iniciada quando ainda eram crianças superou os problemas, hoje servem de exemplo, fazem da existência, um viver bem vivido.
Onde há amor, a superação se torna mais fácil.
 -//-
REGULAMENTO:
1º TROFÉU AMOR ENTRE MÃES E FILHOS

 OBS.: A atuação do autor e os resultados de concursos literários anteriores é perfeitamente verificável em dezenas de sites através do Google e outros sites de busca. Está tudo exposto de forma transparente, como sempre esteve. Forte abraço a todos. Paulo Roberto de Oliveira Caruso. 

 1. Da finalidade do concurso
 O presente concurso literário, conquanto destinado a pessoas de qualquer nacionalidade, visa a estimular a escrita na língua portuguesa (e a leitura da tão respeitada literatura brasileira), numa época em que esta precisa tanto de valorização por parte de seus próprios nacionais. Importante é frisar que, para efeito de comprovação da autenticidade do alegado currículo do escritor OLIVEIRA CARUSO, seus títulos encontram-se comprovadamente em diversos sites e blogs pela internet, bastando digitar o nome inteiro nos sites de busca. Deve-se ressaltar que não há CNPJ por trás do concurso simplesmente porque somos pessoas físicas organizando-o e atribuindo a premiação aos vencedores sem que haja uma empresa ou ONG voltada para tal. Agradecemos desde já a confiança de escritores inscritos nos 8 (oito) concursos literários anteriores (I E II LITERATURA DA NATUREZA, I E II EROTISMO COM ARTE, I E II OLIVEIRA CARUSO, EROTISMO EM RIJAS ASAS e  I FULGURAS DO AMOR. Assim, pudemos premiar escritores profissionais e amadores de várias partes do Brasil e outras nações, além de indicar os mais destacados a Academias de Letras e de Artes.
 2. Da inscrição


2.1. A inscrição será aberta a todos os autores que entreguem seus textos em língua portuguesa.
 2.2. O período de incrições dar-se-á de 18 de abril de 2013 a 5 de maio de 2013, através do envio dos dados do autor seguidos do(s) texto(s) no corpo do email (logo, sem anexos), para oliveira.caruso@gmail.com .
 2.3. Não há necessidade de os textos inscritos serem inéditos, desde que os aludidos textos não tenham se sagrado vencedores de outros concursos que hajam exigido a cessão de direitos autorais. Se os textos tiverem sido vencedores, mas não haja sido exigida a cessão aludida, serão perfeitamente aceitos.
 2.4. A participação neste concurso significará a aceitação irrestrita do regulamento presente, sendo irrecorrível e soberana a decisão do júri no que tange a dirimir quaisquer dúvidas não esclarecidas neste mesmo regulamento.
 2.5. Deve ser efetuado o depósito no valor de R$30,00 (trinta reais) por texto inscrito, com limite máximo de até 5 (cinco) textos por cada categoria (prosa e poesia) no banco ITAÚ, na conta corrente n. 14.906-8 da agência 6134 ou no BRADESCO, na conta de POUPANÇA nº 0203752-1 da agência 3434-7. Por exemplo, a pessoa que inscrever 5 (cinco) textos em prosa e 1 (um) em verso, totalizando 6 (seis) textos, precisa depositar R$180,00 (cento e oitenta reais), sempre devendo respeitar o máximo de textos de cada categoria (5 textos).
 2.6. Não será devolvido o valor depositado no caso de desclassificação de textos.
 2.7. A cópia do comprovante de depósito bancário da taxa de inscrição deverá ser preferencialmente enviada por email, podendo ela ser digitalizada ou fotografada. Em caso de o escritor não puder digitalizar ou fotografar o comprovante, pede-se enviar ao menos os dados do depósito, incluindo o horário.
 2.8. O envio de textos precisa ocorrer até o dia 5 de maio de 2013, mas o pagamento da inscrição pode se dar até o dia 7 de maio de 2013.
 3. Das categorias de textos
 3.1. A categoria “prosa ” engendrará qualquer tipo de prosa, como: conto; crônica; redação; carta; trabalho acadêmico; artigo; microconto etc.
 3.2. A categoria “poesia” engendrará qualquer tipo de poesia, como: poesia livre; haikai; indriso; trova; soneto; glosa; redondilha; cordel; rondel; poetrix etc.
 3.3. Para a categoria “prosa”, a formatação deverá ser em fonte TIMES NEW ROMAN ou ARIAL, ambas tamanho 12, espaçamento simples, sendo que o texto deve ocupar no máximo cinco páginas do editor de texto (word / wordpad) e deverá ter necessariamente título.
 3.4. Para a categoria “poesia”, a formatação deverá ser em fonte TIMES NEW ROMAN ou ARIAL, ambas tamanho 12, espaçamento simples, sendo que o texto deve ocupar no máximo uma página do editor de texto (word / wordpad) e deverá ter título necessariamente.
 4. Do tema
 4.1. O tema para qualquer das duas categorias será o amor entre mãe e filho(a)(s), podendo ser escrito por mães ou também por filhos em relação a suas mães. Desta vez o foco não incluirá os pais (homens), mas eles podem perfeitamente escrever sobre a mãe adorada.
 5. Dos dados necessários
 5.1. No corpo do email (não como anexo) deverão constar:
 - o nome completo do autor;
- o pseudônimo adotado;
- a(s) categoria(s) a que concorre (prosa / poesia);
- o endereço completo (com CEP) para o envio do prêmio;
- um breve currículo do autor (até no máximo 10 linhas);
- opcionalmente, o número do telefone residencial e do telefone celular, para eventuais esclarecimentos.
 5.2. Também no corpo do email ou como anexo deverá ser enviado cada texto a concorrer, logo abaixo dos dados aludidos no parágrafo acima, sendo que (de acordo com a preferência do concorrente):
 - cada texto poderá ser enviado em uma correspondência eletrônica diferente junto com os dados acima do mesmo ou um em seguida do outro. Por exemplo, se forem enviados 6 (seis) textos, enviando 6 (seis) emails, sendo cada um com os dados pedidos do autor e o texto em seguida,
 - ou podem ser, no caso de mais de um texto do mesmo autor, enviados no mesmo email, mas separados por título, após os dados do autor.
 5.3. O concorrente é plenamente responsável pela veracidade das informações prestadas e pela eventual prática de plágio total ou parcial, sendo que tal prática acarretará a eliminação imediata do concorrente.

6. Da premiação
 6.1. A premiação, desta vez, consistirá de:
 - para o primeiro lugar geral (categorias "prosa" e "poesia": um troféu de melhor obra de todo o concurso, além da medalha de ouro na respectiva categoria, e de cada certificado;
 - para o primeiro lugar em cada categoria: a medalha de ouro e o certificado da conquista respectiva;
 - para o segundo lugar em cada categoria: a medalha de prata e o certificado da conquista respectiva;
 - para o terceiro lugar em cada categoria: a medalha de bronze e o certificado da conquista respectiva;
 - para outros que se destacarem: certificado de menção honrosa.
 Importante é salientar que o troféu e cada medalha são confeccionados em material a simbolizar a cor do metal respectivo aludido, como normalmente se dá em competições em geral.  
 6.2. Será enviado por correio, após a publicação do resultado, a todos os participantes que não conquistarem medalha, um certificado de participação ou, dependendo do caso, um certificado de menção honrosa no presente concurso literário, sendo que a data de publicação da lista dos vencedores será 7 de abril de 2013, podendo até mesmo ser antecipada ou postergada (devido à quantidade de trabalhos recebidos ser menor ou maior que a esperada), sendo certo que se dará nos sites http://reinodosconcursos.com e www.reinodosconcursos.com.br e através de email enviado para todos os participantes de cada categoria.
 6.3. Os participantes, em caso de serem premiados, autorizam desde já a publicação de seu texto agraciado nos referidos sites para meros fins de promoção dos próprios autores e do concurso cultural, NÃO havendo qualquer cessão de seus direitos de autor em prol do concurso, já que este NÃO ensejará a publicação de antologia; no caso de preferirem, os participantes poderão se identificar apenas com pseudônimo, sendo certo que este dado é que, no caso de preferência do autor, será publicado no site, em caso de ser agraciado com medalha ou menção honrosa.
 6.4. Se for constatado haver vencedor com mais de uma medalha na mesma categoria, será mantida a melhor colocação, suprimindo-se as demais, podendo, a critério da comissão julgadora, ser concedida menção honrosa a autores não contemplados com o prêmio, mas cujo desempenho se mostre digno de ser ressaltado.
 6.5. O troféu, as medalhas e os certificados serão enviados por correio para o endereço informado pelos concorrentes até uma semana após a publicação da lista de vencedores.
 7. Da ocorrência de plágio
 7.1. Novamente deve-se ressaltar que qualquer sinal indicativo de plágio fará com que o concorrente seja imediatamente desclassificado.
 8. Da comissão julgadora e do julgamento
 8.1. A comissão julgadora será composta por membros ligados à literatura brasileira e atuantes na mesma cena.
 8.2. Considerar-se-ão no julgamento: correção de linguagem; beleza das imagens poéticas (no caso da categoria “poesia”); originalidade; criatividade; coesão e coerência.
 8.3. Serão desclassificados do concurso os candidatos que não efetuarem o pagamento da taxa de inscrição, não obedecerem aos critérios para a inscrição dos textos ou não enviarem os dados pedidos no regulamento.
 Rio de Janeiro (RJ), abril de 2013.
 -//-