segunda-feira, 26 de maio de 2014

Gibran Khalil Gibran (Letícia Sabatella/Marcus Viana) (+playlist)



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Enviado los 20/08/2009
Na Floresta

Na Floresta Localidade: Não existe NEM Rebanho, pastor NEM
QUANDO o inverno caminha, Segue Seu Distinto Curso Como FAZ uma primavera
Os Homens nasceram Escravos daquele Opaco repudia uma Submissão
Se elemento hum dia se Levanta, lhes indica o Caminho, com elementos caminharão
Dá-me a flauta e canta!
O Canto e o pasto das Mentes
E o lamento da flauta perdura Mais Opaco Rebanho e pastor

Na Floresta Localidade: Não existe ignorante UO Sábio
QUANDO OS ramos se agitam, a reverenciam Ninguem
O sabre Humano E ilusório Como uma cerração dos Campos
Que se esvai when o sol se Levanta nenhum horizonte
Dá-me a flauta e canta!
O Canto e o Melhor sabre,
EO lamento da flauta sobrevive AO Das cintilar ESTRELAS

Na Floresta Só existe Lembrança dos amorosos
Os Opaco dominaram o Mundo e oprimiram e conquistaram,
SEUS nomos São Como Letras DOS Nomes DOS criminosos
Conquistador Entre números E AQUELE Opaco SABE amar
Dá-me a flauta e canta!
E Esquece uma injustiça fazer opressor
Pois o Lírio E UMA taça de para o Orvalho e Localidade: Não parágrafo O Sangue

Na Floresta Localidade: Não HÁ NEM Crítico do sensor
Se como gazelas se perturbam when avistam companheiro,
Diz a Águia Nao: 'Que Estranho' Sábio Entre números E AQUELE Que julga
Estranho apenas o Opaco E estranhoAh, Da-me a flauta e canta!
O Canto e A Melhor loucura EO lamento da flauta sobrevive AOS ponderados e racionais EAo

De Na Floresta Nao existem Homens Livres Escravos UO
Todas como Glórias São Vas Como borbulhas na Água
QUANDO uma amendoeira Lança SUAS flores sobre o Espinheiro,
Diz Nao: 'Ele. E desprezível e eu sou hum grande senhor'
Dá-me a flauta e canta!
Que o canto e Glória Autêntica EO lamento da flauta sobrevive AO nobre e AO vil

Na Floresta Localidade: Não existe fortaleza UO fragilidade
QUANDO o leão ruge Localidade: Não dizem: 'Ele. E temível'
A Vontade Humana E apenas UMA sombra Que vagueia no Espaço
fazer Pensamento EO Direito dos Homens fenece Como Folhas de Outono
Dá-me a flauta e canta!
O Canto e A Força do Espírito EO lamento da flauta sobrevive AO apagamento dos sóis

Na Floresta NAO HA Morte ELm apuros
A alegria Localidade: Não morre QUANDO SE VAI uma primavera
O pavor da morte E UMA quimera Que se insinua no Coração
Pois QUEM vive UMA primavera E Como se houvesse Vivido Séculos
Dá-me a flauta e canta!
O Canto e O Segredo da Vida eterna EO lamento da flauta permanecerá APOS findar-se a Existência.