sábado, 25 de julho de 2015

Falácias da Vida Humana (VI) - Tive Sorte!...Fui Azarado!... Klinger Sobreira de Almeida-JORNADA EVOLUTIVA TERRESTRE - Acróstico-reflexivo nº 5991 Por Silvia Araújo Motta/BH/MG/Brasil

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Falácias da Vida Humana (VI)
- Tive Sorte!...Fui Azarado!... 

Klinger Sobreira de Almeida*

Incursionando na seara metafísica, eis revelações do Além: cerca de 28 bilhões de Espíritos na crosta terrestre. Destes, mais de sete bilhões estão encarnados, ou seja, Almas que, força motriz de um corpo humano, fazem a travessia, cumprindo provas, submetendo-se às necessárias expiações ou, ainda, em ação missionária. Enfim, todos, viajores terrestres, que obtiveram a oportunidade tanto de resgatar débitos pretéritos, alguns terríveis e dolorosos (já pensaram em personagens novos que foram, no passado, Gengis Khan, Stalin, Hitler, resgatando dívidas!),  como de se aperfeiçoarem na jornada evolutiva.
Nesse sentido, na impulsão da potência divina que cada um traz dentro de si – e todos têm essa centelha! – o Ser Humano, usando o livre-arbítrio, constrói seu destino, pensando, realizando e fazendo acontecer.
Pensamentos positivos – boas semeaduras para o porvir! – desenham, no campo psíquico, tudo aquilo que vai desembocar em ação benfazeja e construtiva. A colheita far-se-á sadia e abundante, não só para o semeador, mas, e principalmente, para a humanidade.
Pensamentos negativos, a reverso, criam uma psicosfera trevosa, e nesta se delineiam ações destrutivas em todos os campos. Faz-se, enfim, uma semeadura má, cujas consequências o futuro evidenciará de forma dramática.
 “A semeadura é livre, mas a colheita, obrigatória”. Verdade irretorquível. Semeadura boa, colhem-se frutos sadios.  Semeadura má, venenosos.
Quando olhamos ao nosso redor, deparamo-nos com pessoas e famílias seguindo a trilha do êxito. Tranquilas, serenas, bem sucedidas. Sabem enfrentar problemas cruciantes, redirecioná-los ou revertê-los. Constroem. Têm fé. Sempre acesa a chama do otimismo e da esperança, fazem da vida um hino de fraternidade, solidariedade e amor. Estes - débitos resgatados, talvez! - souberam semear, e colhem.
Em oposição ao cenário, existem outros quadros. São pessoas e famílias, e até comunidades, em permanente desagregação física, moral e social.  A paisagem é de pobreza, fracassos, doenças e tragédias. Alguns conseguem emergir das trevas e encontrar a luz. Outros, não. Dizem-se azarados... Tudo que fazem dá errado. E, no bojo da inveja, falam da sorte dos vizinhos felizes; reclamam falta de solidariedade. Alguns blasfemam: Deus tem sido cruel comigo! O mundo é algoz! Todos me perseguem! Estes – pessimistas e sem esperança - estão colhendo o que semearam. E pior: permanecendo no caos, não sabem separar o joio do trigo. Se soubessem, emergiriam do atoleiro.
Em suma, não existe acaso. Nem sorte. Nem azar. Tudo falácia! Cada um é responsável pela encomenda que recebe: pobreza, fracasso, doenças etc. Despachou-a no pretérito distante, deu-lhe o endereço, e ela lhe vem. É a Lei da Retribuição. Ação v. Reação. Causa v. Efeito.

*Militar Ref./PMMG, Escritor, membro fundador-efetivo da ALJGR

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JORNADA EVOLUTIVA TERRESTRE
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Acróstico-reflexivo nº 5991
Por Silvia Araújo Motta/BH/MG/Brasil
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J-Já faz parte do meu crescimento pessoal,
O-Obrigatória leitura dos textos [Falácias].
R-Reflexão especial, recebo no pensamento:
N-[Não existe ACASO. Nem SORTE. Nem
A-AZAR. Tudo é FALÁCIA.] Vale pensar nisso!
D-Diante da travessia humana a verdade
A-Aponta:[A semeadura é livre, mas a colheita
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E-É obrigatória],natural, [se for má, terá frutos
V-Venenosos e se for boa terá frutos sadios.]
O-Otimismo e Esperança, no resgate tem valor:
L-Lindo [ Hino de Fraternidade, Paz e Amor.]
U-Um livre-arbítrio que conduz à Solidariedade
T-Traz produção:[ação benfazeja e construtiva]
I-Inserida na PSICOSFERA: ALMA-Princípio da vida,
V-Validade da fotosfera psíquica, bem consciente:
A-A JORNADA terrestre é a REALIDADE EVOLUTIVA.
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Belo Horizonte, sábado, 18 de julho de 2015.
http://www.recantodasletras.com.br/acrosticos/5315016
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(*) Reflexão após leitura das Falácias da Vida Humana (VI)