domingo, 10 de julho de 2011

JUIZ RENATO CÉSAR JARDIM - GALERIA DOS ESCRITORES IMORTAIS DA ACADEMIA DE LETRAS DO BRASIL-SECCIONAL ESTADUAL MINAS GERAIS-ALB-MG


ESCRITOR IMORTAL DA ALB-MG
POETA JUIZ RENATO CÉSAR JARDIM

PATRONO: ABGAR RENAULT



Homenagem-acróstico-biográfica nº 3399
Por Sílvia Araújo Motta/BH/MG/Brasil
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J-Juiz Renato César Jardim, Poeta, Escritor,
U-Um mineiro de Belo Horizonte, Autor de
I-‘Imortalidade do Efêmero’, edição 2005;
Z-Zelosa narrativa biográfica romanceada,
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R-Recentemente marcou mais uma publicação
E-Especial: ‘Pelos Caminhos das Águas-Marinhas”;
N-Na Revista MagisCultura, brilhante atuação!
A-Aprovado na Academia Araxaense de Letras;
T-Tem vocação natural para a Literatura:
O-Os valores espirituais e o hábito de leitura,
-
C-Com certeza, colaboram para sua inspiração.
É-É casado, três filhos, família, amigos brindam
S-Seu aniversário natalício: 13 de janeiro-1959.
A-Aplausos! Parabéns! Hoje, todos abraçam
R-Renato Jardim, o Companheiro-Humanista.
J-Jamais será esquecida sua ‘Sentença Poética’
A-Agindo sempre com imparcialidade e isenção,
R-Respeitando a legislação, com sensibilidade,
D-Dando sempre tratamento equânime a todos,
I-Irradiando confiança, competência e ética:
M-Meritíssimo Juiz Auxiliar da Corregedoria;
-
P-PUC-Minas aprovou sua Graduação em Direito/85.
O-O Direito Empresarial ‘Pós’ na Fundação D. Cabral;
E-Exercício da Direção do Foro da Comarca/BH/MG
T-Teve Delegação na Portaria 1.291, 5 de julho de 2009,
A-Aprovada por Des.Alvim Soares,Corregedor-Geral da Justiça.

R-Renato César Jardim foi também Diretor do Foro e
O-O Juiz Eleitoral em Pompéu, Peçanha e Araxá (MG).
M-Magistério Universitário pode exercer na Comarca de
A-Araxá, como Professor de Teoria Geral do Processo;
N-Na mesma cidade, foi Professor de Direito Eleitoral e
C-Como Presidente da T.Recursal do Grupo Jurisdicional!
I-Importante atuação a partir de 2009, na 5ª REGIÃO/MG
S-Servindo 50 COMARCAS e 129 Juízes, em 129 Varas.
T-Tradição familiar de Juízes: Tio Heros de C. Jardim,
A-Avô Elyseu M. Jardim; Filho Matheus Chaves Jardim.
----------------------P-A-R-A-B-É-N-S!------------------------
Belo Horizonte-MG, quinta-feira, 13 de janeiro de 2011.



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IMORTALIDADE DO EFÊMERO
em 113 páginas do autor
RENATO CÉSAR JARDIM.
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Acróstico-crítico-analítico-textual nº 3400
Por Sílvia Araújo Motta.
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I-Imortalidade do Efêmero, ‘Conquista’ apresenta
M-Multifaces do real engenho e sinfrônico ideal;
O-O autor Juiz Renato César Jardim, Poeta,
R-Revela-se atemporal em ‘Posse’‘Ecologia’
T-Trechos humanizantes em ‘Hipocrisia’
A-A ‘Verdade’ o ‘clicar diafragmal’ o ‘Sursis’
L-Louva a explicação do ‘Caderno de Poesia.’
I-Interface do ‘Carpe Diem’ e ‘Vida de Sonhos’
D-‘Descobertas’ fazem‘ Contabilidade do Amor’
A-A trilha do Ser, pleno de cultura,lazer e paz
D-Desabrocham a rendição total do leitor
E-Entregue à criatividade-substancial-poética
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D-De elevada sensibilidade, metafísica inspiração;
O-O sublime aflora dos belos matizes do mentor.
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E-Espírito e matéria, definem luz transcendente,
F-Fazem entrelace com a essência fecunda:
Ê-Ética-moral-deontológica, com idoneidade ,
M-Multiprocessam a louvação belorizontina
E-Em súmula filosófica-científica consciente.
R-‘Recordação’ ‘Advertência’-razão profunda:
O-O ‘Poeta Agiota’ encena‘Dosimetria da Pena’.
-------------VALE PENA CONFERIR-----------
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Belo Horizonte,13 de janeiro de 2011.Quinta-feira.









PATRONO: ABGAR RENAULT

Juiz-Poeta, Escritor, um mineiro de Belo Horizonte, Autor de‘Imortalidade do Efêmero’, edição
2005; zelosa narrativa biográfica romanceada,recentemente marcou mais uma publicaçãoespecial: ‘Pelos Caminhos das Águas-Marinhas”;Na Revista MagisCultura, brilhante atuação!Aprovado na Academia Araxaense de Letras;Tem vocação natural para a Literatura:os valores espirituais e o hábito de leitura,com certeza, colaboram para sua inspiração.Aplausos! Parabéns! Hoje, todos abraçam Renato Jardim, o Companheiro-Humanista.Jamais será esquecida sua ‘Sentença Poética’Agindo sempre com imparcialidade e isenção,Respeitando a legislação, com sensibilidade,Dando sempre tratamento equânime a todos,Irradiando confiança, competência e ética:Meritíssimo Juiz Auxiliar da Corregedoria;PUC-Minas aprovou sua Graduação em Direito/85.O Direito Empresarial ‘Pós’ na Fundação D. Cabral;Exercício da Direção do Foro da Comarca/BH/MG teve Delegação na Portaria 1.291, 5 de julho de 2009, aprovada por Des.Alvim Soares,Corregedor-Geral da Justiça.Renato César Jardim foi também Diretor do Foro e Juiz Eleitoral em Pompéu, Peçanha e Araxá (MG).Magistério Universitário pode exercer na Comarca de Araxá, como Professor de Teoria Geral do Processo;Na mesma cidade, foi Professor de Direito Eleitoral e como Presidente da T.Recursal do Grupo Jurisdicional! Importante atuação a partir de 2009, na 5ª REGIÃO/MGServindo 50 COMARCAS e 129 Juízes, em 129 Varas.Tradição familiar de Juízes: Tio Heros de C. Jardim,Avô Elyseu M. Jardim; Filho Matheus Chaves Jardim.


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Um dos LIVROS PUBLICADOS:

IMORTALIDADE DO EFÊMERO
Gráfica Santa Adélis-2005
Literatura Brasileira
Poesia Brasileira
113 p.
Autor: Renato César Jardim(Juiz/Foro de BH)
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Nota:

Conheci o POETA JUIZ RENATO JARDIM NO I SEMINÁRIO DE CONCILIAÇÃO, NO MINASCENTRO, ONDE FEZ UMA PALESTRA COM LINGUAGEM  POÉTICA ,  APLAUDIDO DE PÉ...Sílvia Araújo Motta/BH/MG/Brasil.



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PATRONO ABGAR RENAULT
DO ACADÊMICO DA ALB-MG:
JUIZ RENATO CÉSAR JARDIM
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SONETO DAS PERGUNTAS
Abgar Renault

Por que uma vária vela vento em fora 
me arrasta para além daquela curva,
e esta âncora, revendo atrás e aurora, 
prende meu lenho sob uma água turva?

Quando eu não for, como será o mundo?
Houvera o mesmo chão, se eu não houvesse?
A reta mão não toca o céu profundo;
como o tocara a voz de oblíqua prece?

Por que sou mais mortal e mais ausente 
na distância fechada à minha frente?
Quem me esvaziou de mim, de hoje e de aqui?

Entre que relva, em que porão nefando 
ou absurda cisterna está vagando 
aquele que já fui – e que perdi?
(9.2.52)

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Abgar Renault (A. de Castro Araújo R.), professor, educador, político, poeta, ensaísta e tradutor, nasceu em Barbacena, MG, em 15 de abril de 1901, e faleceu no Rio de Janeiro, RJ, em 31 de dezembro de 1995. Eleito em 1o de agosto de 1968 para a Cadeira n. 12, na sucessão de J. C. de Macedo Soares, foi recebido em 23 de maio de 1969, pelo acadêmico Deolindo Couto. 
Era filho de Léon Renault e de Maria José de Castro Renault. Casado com D. Ignês Caldeira Brant Renault, teve dois filhos, Caio Márcio e Luiz Roberto, e três netos, Caio Mário, Abgar e Flávio.
Realizou os estudos primários, secundários e superiores em Belo Horizonte, onde começou a exercer o magistério. Foi professor do Ginásio Mineiro de Belo Horizonte, da Universidade Federal de Minas Gerais e, no Rio de Janeiro, do Colégio Pedro II e da Universidade do Distrito Federal. Eleito deputado estadual por Minas Gerais, nomeado Diretor da Secretaria do Interior e Justiça do mesmo Estado; Secretário do Ministério da Educação e Saúde Pública Francisco Campos e seu Assistente na Secretaria da Educação e Cultura do Distrito Federal; Diretor e organizador do Colégio Universitário da Universidade do Brasil; Diretor do Departamento Nacional da Educação, Secretário da Educação do Estado de Minas Gerais em dois governos, quando se notabilizou por incentivar o ensino no meio rural; Ministro da Educação e Cultura; Diretor do Centro Regional de Pesquisas Educacionais João Pinheiro em Belo Horizonte; Ministro do Tribunal de Contas da União; membro da Comissão Internacional do Curriculum Secundário da Unesco (1956 a 1959); consultor da Unesco na Conferência sobre Necessidades Educacionais da África, em Addis Abeba (1961); membro da Comissão Consultiva Internacional sobre Educação de Adultos, também da Unesco (1968-1972); representante do Brasil em numerosas conferências internacionais sobre educação levadas a efeito pela Unesco em Londres, Paris, Santiago do Chile, Teerã, Belgrado e Genebra; eleito várias vezes membro da Comissão de Redação Final dos documentos dessas reuniões; membro da Comissão Consultiva Internacional do The World Book Encyclopædia Dictionary (Thorndike-Barnhart Copyright, Doubleday & Company, USA, 1963); membro do Conselho Federal de Educação e do Conselho Federal de Cultura; Professor Emérito da Universidade Federal de Minas Gerais. Esteve sempre ligado à educação e, como professor, preocupou-se com a língua portuguesa, de que foi um conhecedor exímio e representante fiel. 
Pertenceu à Academia Mineira de Letras, à Academia Municipalista de Letras de Belo Horizonte, à Academia Brasiliense de Letras; ao Instituto de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Stanford, Califórnia, EUA, e foi Presidente da Sociedade Brasileira de Cultura Inglesa de Belo Horizonte. 
Em todos os postos que ocupou, como no magistério, Abgar Renault desenvolveu intensa e exemplar atividade, registrando em A palavra e a ação (1952) e Missões da Universidade (1955) seus estudos e reflexões. Além disso, foi um grande poeta. Contemporâneo de Carlos Drummond de Andrade, juntou-se ao grupo surrealista moderno e participou do movimento modernista de Minas Gerais. Desde então, sua importância na literatura contemporânea só fez crescer. Apesar de ter a obra associada ao Modernismo, fazia uma poesia original, audaciosa, não formalista e não ligada a nenhuma escola poética. Era dos que não faziam questão de aparecer em público, mas sua qualidade literária se impõe nos livros que publicou. Foi também um notável tradutor de poetas ingleses, norte-americanos, franceses, espanhóis e alemães. Era um grande especialista em Shakespeare. Sua poesia tem sido incluída em numerosas antologias, no Brasil e no exterior. 
Obras: Sonetos antigos (1968); A lápide sob a lua, poesia (1968); Sofotulafai, poesia (1971); A outra face da lua, poesia (1983); Obra poética, reunião das obras anteriores (1990). Traduções: Poemas ingleses de guerra (1942); A lua crescente (1942), Colheita de frutos (1945) e Pássaros perdidos (1947), de Rabindranath Tagore; O boi e o jumento do Presépio (1955), de Jules Supervielle. Essas obras foram reunidas, em grande parte, em Poesia Tradução e versão (1994).

Fonte: