sábado, 22 de novembro de 2014

FEB-Força Expedicionária Brasileira-Acróstico 5644-Por Sílvia Araújo Motta-Canção do Expedicionário-Compositor: Letra: Guilherme De Almeida Música: Spartaco Rossi



https://www.youtube.com/watch?v=PHMmegD2-Xc

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5644-FORÇA EXPEDICIONÁRIA BRASILEIRA
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Acróstico-histórico Nº 5644
Por Silvia Araújo Motta/BH/MG/Brasil
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F-Força Expedicionária Brasileira
O-ostenta os feitos gloriosos Militares
R-Revelados à humanidade inteira, nos
Ç-Campos de Batalha da Itália,(1944-
A-Associação dos Ex-Combatentes do Brasil,
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E-Especialmente comprometida com partcipantes,
X-X da questão: na Segunda Guerra Mundial,
P-Para salvar a coletividade, os Vigilantes
E-Estiveram prontos para defender nossa Pátria,
D-Destino próprio traçaram ao Bem Comum,
I-Idealistas, em função militar do nosso País
C-Conseguiram comprovar bravura ao mundo,
I-Inundar de emoção, pela atitude de patriotismo,
O-O “V” da VITÓRIA da Divisa com otimismo!
N-No universo glorioso e honroso do BRASIL
Á-A História registra com efusivo agradecimento,
R-Reconhecimento pela dedicação e ação efetiva...
I-Irradia o prazer de receber dos VETERANOS
A-A MEDALHA da LEGIÃO do Mérito da FEB.
---Na FEB: 25.334 homens Brasileiros participaram 

ao lado dos Aliados na Campanha da Itália,
durante a Segunda Guerra Mundial.---
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Belo Horizonte, MG, Brasil, 22 de novembro de 2014.
http://www.recantodasletras.com.br/acrosticos/5044557
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HISTÓRIA DA FEB

Col: Raimundo Pereira e Paulo Bodmer

(textos originais extraídos dos versos das estampas)

Fonte:

http://www.brasilcult.pro.br/historia/feb/hist02.htm


9 - VIII - 1943

Força Expedicionaria Brasileira

Declarada a guerra, ao Eixo, tornou-se necessário enviar forças militares para combater o inimigo, na Europa. Ao então Ministro da Guerra, Gal. Eurico Dutra coube a incumbencia de organisar a Força Expedicionária Brasileira, tropa selecionada do nosso Exercito e que se tornou mundialmente famosa como"FEB"

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2 - VII - 1944

"General Mann" transatlantico armado em transporte de guerra

A bordo do transatlântico "General Mann" armado em transporte de guerra norte-americano, os nossos pracinhas que partiam para os campos da Itália, receberam a visita do Presidente Getulio Vargas.

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16 - VII - 1944

Chega a Nápoles (Itália), o 1º escalão da FEB

Depois de uma viagem sem dificuldades, graças a escolta dos nossos vasos de guerra em colaboração com unidades americanas e inglesas, chegou a Napoles o 1º escalão da FEB, precedendo ao 2º, 3º e 4º escalões, num total de 25.334 homens para lutar contra os Alemães, na Itália.


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Hasteada em 19 de julho de 1944 a bandeira em solo Europeu

A 19 de julho de 1944, presidida pelo General Mascarenhas de Morais, Comandante em Chefe da FEB, foi hasteada com indisivel patriotismo a Bandeira do Brasil em território Europeu, pela primeira vez em toda a nossa Historia.

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Incorporação da FEB ao 5º Exercito dos EE.UU.

A 5 de agosto de 1944, com as formalidades regulamentares, o 1º escalão da FEB foi incorporado ao 5º Exercito dos EE.UU., tropa de escol sob o comando do general Mark Clarck e que já obtivera grandes vitórias na África. (brasilcult)


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O distintivo do 5º Exercito e da FEB

A gravura do verso nos mostra os distintivos que irmanaram dois povos na luta contra o inimigo comum: o do 5º exercito Americano e o da FEB, representado por uma cobra fumando um cachimbo. "Cobra fumando é uma expressão pitoresca muito usada pelos soldados, nos quartéis".


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19 - VIII - 1944

Winston Churchill visita Mascarenhas de Morais

A gravura focalisa o momento em que o Gal. Mascarenhas de Morais, recebia em Tarquinia, a visita de Winston Churchill, 1º Ministro inglez e uma das mais destacadas personalidades da Historia Contemporânea. (brasilcult)

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16 - IX - 1944

Pracinhas brasileiros entram na cidade de Massarosa, na Itália

A gravura representa a entrada de pracinhas brasileiros na cidade de Massarosa, na Itália. Esta foi a primeira localidade capturada pela FEB graças a uma arriscada ação da 2ª Cia. do 6 º Regimento de Infantaria, sob o comando do Capitão Alberto Tavares da Silva.

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24 - IX - 1944

O Ministro da Guerra Eurico Gaspar Dutra visita a FEB

A FEB recebeu também a visita do Ministro Eurico Dutra. A gravura mostra o momento em que o Ministro da Guerra aprovava o distintivo da "cobra fumando". Numa homenagem ao Brasil, os Generais dos Exércitos das Nações Unidas entregaram-lhe o comando geral das operações, durante a sua estadia.


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Zé Carioca" o jornal dos pracinhas

Para maior contentamento dos nossos pracinhas, foi fundado no acampamento da FEB um pequeno jornal, mimiografado, com noticiário o mais variado possível. Tal jornal chamava-se "Zé Carioca".


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A Religião Católica na FEB

Atendendo a que a maioria da população brasileira é Católica, a FEB possuía também um perfeito serviço religioso para maior conforto espiritual dos pracinhas católicos.

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Montese, Castelnuovo e Monte Castelo, tomadas pela FEB

O mapa, do verso, dá uma idéia da região onde atuaram os soldados brasileiros. Distinguem-se, entre outras, as localidades de Montese, Castelnuovo e Monte Castelo, tomadas pela FEB. Vê-se assinalada a região onde foi aprisionada pela FEB a 148ª Divisão de Infantaria Alemã.


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A tomada de Monte Castelo

A gravura mostra alguns pracinhas descançando antes da subida para a tomada de Monte Castelo, glorioso feito de nossas armas, na Itália, em terreno difícil e montanhoso, contra um inimigo poderoso e bem localisado.

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Aviões atiram alimentos em caixinhas para a sentinela avançada

A sentinela avançada, por sua localização distante e perigosa, recebia os alimentos em caixinhas como a que se vê na gravura, as quais eram jogadas por aviões.


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Serviço de transmissões da FEB

O serviço de Transmissões, da FEB, manteve impecável ligação entre os diversos escalões da tropa. A gravura nos mostra um posto de radio, em campanha, em pleno funcionamento. (brasilcult)

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O problema de Suprimento é de capital importância

Em qualquer campanha o problema de Suprimento é de capital importância. Dotada de uma organisação modelar em todos os sentidos, a FEB nada deixou a desejar, embora fosse a 1ª vez que nossas forças lutavam fora do continente.
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 Defesa anti-aerea da FEB em ação 

Em virtude do progresso da arma aérea, nesta guerra, todas as forças em operações deveriam possuir recursos indispensáveis e uma perfeita segurança contra raids aéreos. Vemos no verso, uma peça anti-aerea da FEB, em ação.
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Serviço de Saúde da Força Expedicionária Brasileira

O serviço de Saúde, da Força Expedicionária Brasileira, se fez presente em todos os Hospitais da linha de frente, em colaboração com o serviço de Saúde das Nações Unidas.

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19 - VIII - 1944

Na Hora do "rancho"

A hora do "rancho", como são conhecidos os momentos das refeições, entre os soldados, é sempre recebida com prazer. Em plena campanha, mesmo com "a cobra fumando", os nossos pracinhas recebiam com satisfação as suas refeições, graças ao impecável serviço da FE

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O General Inverno

Um dos maiores inimigos dos nossos pracinhas, foi o frio. Os nossos soldados se referiam à ele, chamando-o General Inverno. Mesmo assim, com neve e um frio jamais imaginado, os nossos soldados se conduziram com o ardor que sempre caraterizou nossos militares. A gravura mostra alguns oficiais brasileiros treinando Sky.

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8 - XI - 1944

Sir Alexander, Gal. Inglez, Comandante do XV Grupo de Exércitos

A FEB recebeu a visita honrosa de Sir Alexander, Gal. Inglez, Comandante do XV Grupo de Exércitos. Teve ocasião de ser homenageado com um almoço, pela FEB, debaixo de violento bombardeio alemão. O Gal. Alexander, teceu os maiores elogios a bravura dos comandados do Gal. Mascarenhas.

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Desfile de soldados americanos e brasileiros

A gravura mostra um desfile de soldados americanos e brasileiros assistido pelos seus comandantes: Gal. Mark Clarck e Gal. Mascarenhas de Morais, famosos cabos de guerra que passarão a historia, como um exemplo de patriotismo a ser seguido pelas gerações futuras. (brasilcult)

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A coragem, e o sangue frio dos brasileiros

Enfrentando os mais poderosos e modernos engenhos de guerra, por ocasião da tomada de Monte Castelo, os nossos pracinhas mostraram ao Mundo a coragem, o sangue frio e o patriotismo tão peculiares aos brasileiros e que nos foram legados por Caxias, Barroso e "outros heróis que honram a nossa historia".


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Um "ninho" de metralhadoras, dos nossos pracinhas

A gravura mostra um "ninho" de metralhadoras, dos nossos pracinhas, em plena campanha, levando ao inimigo, na certeza de suas pontarias, a prova mais eloqüente de que há um povo viril nesta parte do Atlântico.

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21 - II - 1945

A gloriosa Bandeira Brasileira nos cumes de Monte Castelo

A gloriosa Bandeira Brasileira, desfraldada ao vento nos cumes de Monte Castelo, foi para todos os brasileiros o desagravo que desejávamos contra o impiedoso sacrifício de nossos patrícios quando do torpedeamento de nosso barcos mercantes. (brasilcult)

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30 - IV - 1945

Prisioneiro o Gal. Alemão Otto Fretter Pico

Ao comando da FEB, na Itália, foi apresentado como prisioneiro de guerra o Gal. Alemão Otto Fretter Pico, comandante da 148ª D.I. e do restante de uma D.I. Italiana. O gal. Pico fez-se acompanhar por 31 oficiais do seu Estado Maior e rendeu-se por julgar inútil resistir ao ímpeto avassalador de nossas forças.

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A FEB na campanha da Itália fez 20.573 prisioneiros de guerra

A Força Expedicionária Brasileira, na campanha da Itália, fez 20.573 prisioneiros de guerra, num total quase igual ao que enviamos à Europa, o que demonstra cabalmente o valor de nossos soldados. Também farto material bélico aprisionado ao inimigo.
COL: brasilcult

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Em Fornovo a FEB aprisionou os remanescentes do "Afrika Corps"

Na área de Fornovo a FEB aprisionou os remanescentes do "Afrika Corps" tropa de elite alemã que serviu sob o comando do famoso general Von Rommel, cujas rápidas avançadas e retiradas em solo africano valeram-lhe o apelido de "a raposa do deserto".


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A FEB apreendeu ao inimigo 1.000 veiculos e 4.000 cavalos

A FEB conseguiu apreender ao inimigo copioso material bélico. Nos dezenove dias de ofensiva, na primavera, foram capturados 1.000 veiculos, 4.000 cavalos além de abundante material de saúde e intendência.

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Utilizado pelos heróis da FEB este novo engenho de guerra

A Bazooka foi um dos engenhos de guerra de grande poder mortífero mais utilizados nesta guerra. A gravura nos dá uma nítida idea de seu funcionamento, vendo-se dois pracinhas da FEB utilizando-a contra um objetivo.


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Padioleiros transportando um ferido em combate

O serviço de saúde da FEB merece uma referencia especial. Todo o seu pessoal foi de uma dedicação à toda a prova e portou-se com um heroísmo inexcedível. Vemos no verso, um grupo de padioleiros transportando um companheiro ferido em combate.
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Em Pistoia, na Itália, descançam alguns heróis brasileiros

Na localidade de Pistoia, na Itália, descançam alguns heróis da Força Expedicionária Brasileira, bravos patrícios que lutaram e morreram para que a Liberdade - maior bem do homem - pudesse continuar entre os povos de boa vontade.

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18 - VII - 1945

Os pracinhas cheios de glorias voltam ao Brasil

A maior manifestação publica já registrada no País, teve lugar quando os nossos pracinhas voltaram da Europa. Massa compacta de povo acudiu as ruas centrais da cidade para dar as boas vindas aos heróis que regressavam vitoriosos, inscrevendo outro episodio glorioso, na já gloriosa "Historia do Brasil". (brasilcult)
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Em 29 de outubro de 1945 foi deposto o Presidente Vargas

Para evitar que perdurasse a situação em que se encontrava o País, as forças armadas, irmanadas, no dia 29 de outubro de 1945, depuzeram o Presidente Getulio Vargas que foi substituído pelo Dr. José Linhares, Presidente do Supremo Tribunal Federal.

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O grande pleito de 2 de dezembro de 1945

No dia 2 de dezembro de 1945, foram realizadas as eleições para Presidente da Republica. A elas concorreram como principais candidatos o Brigadeiro do Ar Eduardo Gomes, um dos "18 do Forte" e o general Eurico Gaspar Dutra, que foi eleito em sensacional pleito.
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Eleito Presidente da República o general Eurico Gaspar Dutra 

Eleito em 1945, o general Dutra deverá governar o país até 1950.
Col: Raimundo Pereira

Paulo Bodmer


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CURIOSIDADES:
SITE:
https://chicomiranda.wordpress.com/tag/forca-expedicionaria-em-quadrinhos/

Achei essa raridade. Muito legal. Isso nos passa a sensação do quanto os pracinhas foram cotejados como heróis. Histórias em quadrinhos que narram a epopeia da Força Expedicionária Brasileira.
 Em tempo: Chega uma explicação do pesquisador Mário Messias:
Estampas foram editadas a partir da década de 20, valendo citar as famosas como Estampas Liebig e Eucalol, da Perfumaria Myrta do Brasil do Rio de janeiro.(exemplos anexos). Houve uma série de Estampas Eucalol que retratava A História da FEB. As estampas da FEB eram do Sabonete Eucalol, três sabonetes em cada caixa com três estampas – e o Creme Dental Eucalol – uma estampa por tubo.
Foram desenhadas por Willy von Paraski e impressas pela Gráfica F. Lanzarra – São Paulo -, Litográfica Rebizzi e Gráfica Mauá, ambas do Rio de Janeiro, e algumas outras menores. Assim, não se editou quadrinhos sobre a FEB, mas sim estampas.

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É PRECISO PESQUISAR

LER PARA SABER MAIS:

https://chicomiranda.wordpress.com/2011/07/11/feb-origem-da-policia-do-exercito/

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A INVEJA
Toda a psicologia da inveja está sintetizada numa fábula, digna de incluí-la nos livros de leitura infantil. Um sapo barrigudo coaxava num lodaçal, quando viu resplandecer no alto de umas pedras um pirilampo. Certo de que nenhum ser tinha o direito de exibir qualidades que ele próprio jamais possuiria, e mortificado pela sua própria impotência, saltou sobre ele e cobriu-o com o ventre gelado. Por que me tapas? ousou perguntar-lhe o inocente pirilampo. E o sapo, congestionado pela inveja só soube responder com esta pergunta: E tu, por que brilhas?
José Ingenieros
Fonte: Ilustração de Mário Pinto no livro "As Fábulas de La Fontaine", 3 vol., Ed. Pedagógica Brasileira, SP, s/d, pág. 122 - com comentários de José Arruda Penteado.

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CANÇÃO DO EXPEDICIONÁRIO

Compositor:
Letra: Guilherme De Almeida
Música: Spartaco Rossi

Você sabe de onde eu venho ?
Venho do morro, do Engenho,
Das selvas, dos cafezais,
Da boa terra do coco,
Da choupana onde um é pouco,
Dois é bom, três é demais,
Venho das praias sedosas,
Das montanhas alterosas,
Dos pampas, do seringal,
Das margens crespas dos rios,
Dos verdes mares bravios
Da minha terra natal. 
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Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
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Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.
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Eu venho da minha terra,
Da casa branca da serra
E do luar do meu sertão;
Venho da minha Maria
Cujo nome principia
Na palma da minha mão,


Braços mornos de Moema,
Lábios de mel de Iracema
Estendidos para mim.
Ó minha terra querida
Da Senhora Aparecida
E do Senhor do Bonfim!
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Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
-
Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.
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Você sabe de onde eu venho ?
E de uma Pátria que eu tenho
No bojo do meu violão;
Que de viver em meu peito
Foi até tomando jeito
De um enorme coração.


Deixei lá atrás meu terreno,
Meu limão, meu limoeiro,
Meu pé de jacarandá,
Minha casa pequenina
Lá no alto da colina,
Onde canta o sabiá.
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Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:


Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.
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Venho do além desse monte
Que ainda azula o horizonte,
Onde o nosso amor nasceu;
Do rancho que tinha ao lado
Um coqueiro que, coitado,
De saudade já morreu.
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Venho do verde mais belo,
Do mais dourado amarelo,
Do azul mais cheio de luz,
Cheio de estrelas prateadas
Que se ajoelham deslumbradas,
Fazendo o sinal da Cruz !
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Por mais terras que eu percorra,
Não permita Deus que eu morra
Sem que volte para lá;
Sem que leve por divisa
Esse "V" que simboliza
A vitória que virá:
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Nossa vitória final,
Que é a mira do meu fuzil,
A ração do meu bornal,
A água do meu cantil,
As asas do meu ideal,
A glória do meu Brasil.

Link: 
http://www.vagalume.com.br/exercito-brasileiro/cancao-do-expedicionario.html#ixzz3JnEAjRIc

Destino Delasnieve Daspet Formatado Por monica puccinelli


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https://www.youtube.com/watch?v=k12h1VS2J1Y#t=23
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Enviado em 7 de jul de 2010
DESTINO
dElasnieve daspet

não conhecemos o destino,
mas é forçoso termos o destino,
destino qualquer.

tudo que nasce,
que existe que vive funciona,
morre e renasce para a harmonia do universo.

tudo se transforma...
parecem morrer a fim de renascer.

Amanhã já não seremos
Nada, além de uma palavra
Que ninguém pronunciará...

Gosto ocre de se sentir só.
Perene solidão!

Dd_campo grande-ms-06-07-2010

Poesia Encenada 2013 - Incomoda que Só a Gota



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Publicado em 6 de jun de 2013
Grupo Skena de teatro
Vencedora do 5° Lugar da Poesia Encenada 2013 Realizada pelo SESC Paraíba

AS 7 FACES DRUMMONDIANAS: A Procura da Poesia (3/3)



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Enviado em 28 de ago de 2011
Este vídeo traz, finalmente, a última parte da Peça "As 7 Faces Drummondianas: A Procura da Poesia" realizada pelo Grupo Teatral Sete Faces Cênicas, no Teatro Valdemar de Oliveira - Recife-PE, em 25 de agosto de 2011.
A Peça é de autoria de Robson Teles e dirigida por Edhnaldo Reys.